terça-feira, 22 de setembro de 2009

conta-se...

Dona Beja,sempre muito invejada,principalmente por mulheres de toda região de Araxá,despertava muito ódio por onde passava.

Ana Jacinta de São José,dona de uma beleza extraordinária,foi muito admirada e comparada ao delicado beija-flor,surgindo de tal asssociação o apelido DONA BEJA.

Certo dia,recebeu em sua casa uma caixa com um bilhete dizendo ser um presente que muito a identificasse.Quando a caixa foi aberta,notou-se que dentro havia:PEDAÇOS DE CARNE PODRE,TERRA DE CEMITÉRIO,FEZES HUMANAS.

Mesmo assustada com tal atitude,ordenou que um de seus empregados fosse até o jardim colher AS MAIS BELAS E PERFUMADAS ROSAS,LICORES DOS MAIS FINOS SABORES, DELICIOSOS QUITUTES,e que mandasse ao mesmo remetente que lhe enviara a caixa.

O empregado inconformado perguntou o por quê daquela atitude,já que o presente não foi um dos melhores(que diríamos o PIOR) já recebido.

Mas ela disse:"CADA UM DÁ O QUE SE TEM.TEMOS QUE SER NÓS MESMOS COM OS MESMOS VALORES E ATITUDES QUE POSSUÍMOS PERANTE QUALQUER SITUAÇÃO E INDEPENDENTE DE QUALQUER OFENSA,POR MAIS HUMILHANTE QUE ESSA POSSA SER.
JAMAIS DEIXAREI QUE MINHA FELICIDADE SEJA CONDUZIDA PELA MÃO ALHEIA,MINHA FELICIDADE NÃO DEPENDE E NUNCA DEPENDERÁ DO OUTRO,TAMPOUCO DEIXAREI DE TRATAR DE FORMA AMOROSA E CORDIAL AS PESSOAS QUE TANTO ME INVEJAM...

"DONA BEJA"

domingo, 20 de setembro de 2009

By. Momentos...


** "Pros erros há perdão;
Pros fracassos, chance;
Pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando,
porque embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu." (Luis Fernando Veríssimo)


Sabemos como é a vida: num dia dá tudo certo e no outro as coisas já não são tão perfeitas assim. Altos e baixos fazem parte da construção do nosso caráter. Afinal, cada momento, cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio, uma oportunidade única de aprender, de se tornar uma pessoa melhor. Só depende de nós, das nossas escolhas. Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou o mesmo de ontem me faz perceber que valeu a pena

Pensamento...


Não sou amigo de todos, não concorro ao big brother, nem sou adorado por todos! Sei ser homen e sei ser muleque. Sei andar de carro e com os pés no chão...
As pessoas têm o direito de não gostar do meu jeito, mas às vezes gostam tanto que querem ser igual.
Não guardo magoa, nem raiva de ninguém que esteja “verdadeiramente” na minha vida...
Sei o que é distância!Até então, tudo pra mim estava perto, bastava querer.
Hoje vejo que não é bem assim... Existe um lugar chamado “longe” e as pessoas que mais amamos sempre acabam indo embora. Sei viver, amar, conquistar e abrir a mão de tudo quando quero. Sei falar no ouvido e gritar para o mundo ouvir.
Sei odiar e principalmente perdoar.
Perdôo aos outros e a mim.Todos merecem uma segunda chance, mas nunca uma terceira.
Mudo de opinião, mas não de princípios, quem me encontrar daqui há 10 anos conseguirá me reconhecer.
Sou feliz e luto pelos meus sonhos.
Aproveito tudo que a vida me oferece sendo apenas EU!
Sou o querido e o chato, o meigo e o estúpido, o quieto e o tagarelo, a cabeça dura e a maleável, o curioso e o medroso, o mimado e o independente, o de lua e o normal, o feliz e o triste, o ciumento e o seguro, o estressado e o sossegado, o carinhoso e o indiferente.
Enfim, não sou qualquer cópia, sou ÚNICO. ●๋•


"Há pessoas, que querem ser bonitas para chamar a atenção, outras, desejam a inteligência para serem admiradas.
Mas há algumas, que procuram cultivar a Alma e os Sentimentos!!!
Essas alcançam a admiração de todos, porque além de belas e inteligentes, tornam-se realmente PESSOAS!!! "

" A felicidade às vezes se encontra no final das tristezas e decepções que o destino nos reserva, por isso, nunca desista de lutar por aquilo que você quer, principalmente pela sua felicidade, sua vida e as pessoas que você ama. Faça de sua vida um caminho diário da procura de quem te procura. Saiba que tentar outra vez não é sofrer de novo, mas sim uma forma de lutar e vencer, apesar de tudo."

...Conhecimento é a única virtude e ignorância é o único vício...

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"Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades,teria ouvido as verdades que eu insisto em dizer brincando.Falei muitas vezes como um palhaço,mas nunca desacreditei na platéia que sorria”
(Chaplin).........

o nada e o tudo


SOU UM POUCO DO NADA, O RESTO DO TUDO, A ILUSÃO CRIADA NA MINHA PRÓPRIA MENTE ONDE EU POSSO SER O QUE QUISER SEM OUVIR NÃO OU SIM ONDE EU SOU EU.. E AI ENTÃO PRA ME ENTENDER ME TORNO CEGO, SURDO E MUDO E NO MEU SILÊNCIO INTERNO E EXTERNO, NO ESCURO QUE MEUS OLHOS PERDIDOS ESTÃO;ME ENCONTRO. ERA ROCHA FUI TRANSFORMADO EM PÓ E LANÇADO AO VENTO.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Existe Felicidade?

A felicidade é uma constante busca na vida de qualquer ser humano, como objetivo principal da existência muitas pessoas tentam encontra-la a qualquer custo, a qualquer preço.
Ao refletir sobre a temática, cabe uma questão. Existe realmente felicidade? Quem não almeja ter um lugar calmo para repousar sem preocupações com datas, prazos, horários, contas, doenças e tudo mais que é inerente à existência humana? Ora, se felicidade existisse, de verdade, em sua plenitude, nós seres humanos, não teríamos razões para existir.
Felicidade não existe. O que existe são momentos felizes, visto que na vida, muitas vezes, em nosso trajeto nos deparamos com adversidades, dificuldades, lamentações e sofrimentos que apesar de não serem os mais desejados, também ajudam-nos a desenvolver, crescer e aprender a lidar com as diversas situações. Afinal, nosso caminho é incerto. Sabemos que o vento, o ar, é o sopro que nos invade no momento do nascimento, e é também aquele que se esvai quando se finda a existência.
A busca pela felicidade é vendida pela mídia, pela cultura, pelos países de primeiro mundos (os quais vale ressaltar, não são nem de longe exemplos a serem seguidos). Muitas pessoas buscam a felicidade consumindo, outras se anestesiam através dos vícios e compulsões para um pequeno contato com a tal “Felicidade”, outros ainda, sustenta a idéia de que felicidade é estar nos padrões das “celebridades”, ou melhor, da imagem de perfeição que estas pessoas vendem. Outras pessoas acabam levando a vida presa em lembranças do passado, e outras gastam tanto tempo planejando o futuro que se esquecem de estar presente no presente.
A vida tem se tornado cada vez mais superficial. A busca constante pelo mito da felicidade tornou-se uma busca vazia, afinal, quanto mais se tem momentos felizes, mais se quer ter.
Uma questão importante e que quase nunca é feita pelas pessoas, talvez pelo medo de entrarem em contato com uma parte de si que não conhecem é: Qual o sentido da minha vida? Ou Qual o significado de minha existência?
Questões profundas, mas fundamentais a existência humana. Será que existe felicidade em uma vida sem sentido? Com certeza não. A cultura em que vivemos hoje prima por uma utópica felicidade baseado em fantasias inatingíveis. Ora, se não consigo “ser feliz” comigo, se não posso me aceitar, como poderei com os outros? E a perfeição? Existe? Também não. Enquanto muitos padecem tentando atingi-la sem êxito, afinal se perfeitos formos, perderíamos a condição una. A de ser humano. Buscar a perfeição é tão utópico quanto à felicidade. Não se pode buscar o inatingível.
A sociedade padece cada dia mais por focar as atenções àquelas questões que se pararmos para pensar por um momento, se entrarmos em contato com a própria essência, podemos com certeza entender que para todos os nossos questionamentos, basta-se visitar as profundezas da alma, pois a resposta está dentro de cada um de nós.
As relações atualmente estão superficiais, as pessoas também, isto por uma falta de sentido na vida, e uma falta de não aceitar aquilo que não é perfeito. Se não lidarmos com nossas próprias limitações e aceita-las, como o faríamos para aceitar no outro?
Em seu livro “O Manifesto Comunista”, Karl Marx fez uma colocação interessante e que se remete ao atual momento em que vivemos, dizia ele que a família havia sido coberta pelo véu do capitalismo, reduzindo assim, os laços afetivos, limitando-as a relações de interesses.
Outra questão que pode ser colocada é o fato de as pessoas não conseguirem ficar só consigo mesmas. Muitas vezes para tapar os buracos da alma, as carências, os temores, as angustias de estar só, as pessoas acabam por usar outras como escudos contra a solidão. Será tão penoso entrar em contato com nosso lado sombrio? Aceitar que temos sentimentos, afetos e emoções que erroneamente são classificados pelos binômios certo x errado. Essa noção de certo e errado, de valores, de moral, acaba por criar o sentimento de culpa, de obrigação nas pessoas.
Quem sabe um dia, os indivíduos possam se aceitar em sua condição única e singular e serem livres de convenções sociais, e buscar em si mesmo, a sua verdade, o seu prazer, a sua essência e se libertar das amarras que as levam a vagarem sem sentido pela trajetória da vida. Deve se pensar no necessário e no fundamental, pois, muitas vezes, os melhores momentos de nossas vidas, os maiores prazeres estão em gestos simples, mas que nos dão a sensação de completude, de totalidade.

domingo, 13 de setembro de 2009

O MITO DA CAVERNA


Imaginemos homens que vivam numa caverna cuja entrada se abre para a luz em toda a sua largura, com um amplo saguão de acesso. Imaginemos que esta caverna seja habitada, e seus habitantes tenham as pernas e o pescoço amarrados de tal modo que não possam mudar de posição e tenham de olhar apenas para o fundo da caverna, onde há uma parede. Imaginemos ainda que, bem em frente da entrada da caverna, exista um pequeno muro da altura de um homem e que, por trás desse muro, se movam homens carregando sobre os ombros estátuas trabalhadas em pedra e madeira, representando os mais diversos tipos de coisas. Imaginemos também que, por lá, no alto, brilhe o sol. Finalmente, imaginemos que a caverna produza ecos e que os homens que passam por trás do muro estejam falando de modo que suas vozes ecoem no fundo da caverna.Se fosse assim, certamente os habitantes da caverna nada poderiam ver além das sombras das pequenas estátuas projetadas no fundo da caverna e ouviriam apenas o eco das vozes. Entretanto, por nunca terem visto outra coisa, eles acreditariam que aquelas sombras, que eram cópias imperfeitas de objetos reais, eram a única e verdadeira realidade e que o eco das vozes seriam o som real das vozes emitidas pelas sombras.Suponhamos, agora, que um daqueles habitantes consiga se soltar das correntes que o prendem. Com muita dificuldade e sentindo-se freqüentemente tonto, ele se voltaria para a luz e começaria a subir até a entrada da caverna. Com muita dificuldade e sentindo-se perdido, ele começaria a se habituar à nova visão com a qual se deparava. Habituando os olhos e os ouvidos, ele veria as estatuetas moverem-se por sobre o muro e, após formular inúmeras hipóteses, por fim compreenderia que elas possuem mais detalhes e são muito mais belas que as sombras que antes via na caverna, e que agora lhes parece algo irreal ou limitado. Suponhamos que alguém o traga para o outro lado do muro. Primeiramente ele ficaria ofuscado e amedrontado pelo excesso de luz; depois, habituando-se, veria as várias coisas em si mesmas; e, por último, veria a própria luz do sol refletida em todas as coisas. Compreenderia, então, que estas e somente estas coisas seriam a realidade e que o sol seria a causa de todas as outras coisas. Mas ele se entristeceria se seus companheiros da caverna ficassem ainda em sua obscura ignorância acerca das causas últimas das coisas. Assim, ele, por amor, voltaria à caverna a fim de libertar seus irmãos do julgo da ignorância e dos grilhões que os prendiam. Mas, quando volta, ele é recebido como um louco que não reconhece ou não mais se adpata à realidade que eles pensam ser a verdadeira: a realidade das sombras. E, então, eles o desprezariam....

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